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10.12.13

É Natal?! Já?!


Tenho um presente que chegou no correio hoje, por abrir.

Tenho um mail de uma amiga da blogosfera, por responder.

Tenho uma última encomenda, por terminar e para enviar para o correio.

Mas tenho os sonhos em dia, esses não quero deixar para amanhã.

A árvore de Natal... essa, e o presépio, só ontem à noite é que arranjámos tempo para ela!

8.8.13

dias 18 e 19 - últimos dias em França


Chegámos a Bordéus, ao final da tarde, as esplanadas dos cafés e restaurantes começavam-se a encher, auxiliadas pela noite quente de Verão, que se instalou serenamente.




Já não fui a tempo de apanhar as lojas abertas, mas decerto que me teria perdido por entre todas estas que avistei...


Reparem bem na quantidade, e variedade de côres e sabores dos macaroons da loja aqui de cima...
E no olhar patusco dos gatos e da lebre, da loja aqui de baixo...



E o que me dizem do mundo das latas vintage aqui em baixo?
Ai, se estivesse aberta!!!!




Dia 19 -

Foi passado pelas praias de Arcachon...







e de Biarritz!






E foi junto à costa norte que entrámos na Peninsula Ibérica, sempre acompanhados pelo Oceano Atlântico!


Vista bonita!




7.8.13

Dias 17 e 18 - em França 'portuguesa'




Quando saímos de Lyon, no nosso 17º dia de viagem, seguimos rumo a Regny, para ficar nessa noite, em casa de uns primos do Pedro, luso-descendentes que nos costumam visitar em Agosto, em Lisboa.

Fomos muito bem recebidos, como é hábito dos Beirões, com muita alegria e uma mesa bem cheia.

Sempre achei curiosa e corajosa a saga dos emigrantes, que deixam tudo em busca de uma vida melhor, na esperança de um dia voltar "à terra". O regresso nem sempre acontece, principalmente porque a família cria raízes no país que os recebeu, e a partida na reforma torna-se mais difícil de acontecer.

Foi aqui que aproveitei para tirar umas fotografias ao "crescimento" do casaco que levei para tricotar na viagem. E se desviarem o olhar do casaco, para o painel de azulejos que está na parede, conseguem perceber que as marcas portuguesas estão sempre presentes, na casa de quem tem coração luso - a imagem é do forcão, da garraiada que ocorre nas festas da Rebolosa, concelho do Sabugal, de onde a família paterna do Pedro é oriunda.






E foi neles que pensei ontem, quando fui ao cinema vêr A Gaiola Dourada e me emocionei com o fado cantado pela Catarina Wallenstein...

Soltei muitas gargalhadas ao longo do filme, mas nesta parte, não pude impedir as lágrimas de correrem pelo rosto abaixo, ao som destas palavras... "Talvez que eu morra na noite onde a morte é natural as mãos em cruz sobre o peito. Das mãos de Deus tudo aceito, mas que morra em PORTUGAL"






4.8.13

Dias 16 e 17 - Auf wiedersehen Alemanha - Hallo Suíça


Iniciámos o regresso no Domingo de manhã cedo, ainda não eram 8h quando saímos de casa da Hilde, em Altstaedten. A primeira paragem ainda foi na Baviera, numa cidade-ilha chamada Lindau. O ambiente da terra, com os seus edifícios acolhedores e a entrada para o lago (Bodensee/Konstanzsee) fizeram-me ter a certeza que teríamos passado aqui um dia inteiro, a descobrir locais mágicos!

Temos que cá voltar, pois os 30 minutos que lhe dedicámos, com o nascer do dia, foram insuficientes para a sua beleza!




A paragem seguinte também prometia...
A velocidade e a força com que o rio Reno cai na Suiça, em Schaffhausen, para subir para o norte da Europa, desaguando no mar do Norte, é um espectáculo inesquecível!




Ainda com algum sol, mas muito envergonhado, num dia que se revelou quente e abafado estivemos em Berna, capital da Suíça.



Enquanto os jovens viajantes portugueses se distraiam com um jogo de xadrez tamanho XL, os suíços divertem-se no rio que banha a cidade, o rio Aar.

Na ausência de praia, com um rio tão grande e com uma corrente muito forte, os habitantes da capital usam o rio como "escorrega". Levam bóias e barcos insufláveis para descer o rio inúmeras vezes, por entre enormes gargalhadas e momentos de prazer e pura diversão.
(A subida faz-se a pé ao longo da margem.)









As imagens não conseguem transmitir a velocidade a que estas pessoas desciam o rio, mas garanto-vos que me fez lembrar o Slide & Splash em dia de azáfama. Os grupos em fato de banho que se veêm na margem oposta, são os nadadores que caminham para a "entrada" do rio, para retomarem a diversão.

O resto do dia já foi de nevoeiro. E foi assim que avistámos o lago Leman, em Lausanne.




Para terminarmos num chalé nos Alpes suíços, em Leysin, a 30 kms da cidade conhecida como capital dos desportos de Inverno.



A noite foi de trovoada e o dia seguinte foi de chuva forte. E sem parar...

Dia 17 - Vimos uma versão molhada da Suíça!





Em Lausanne foi assim...

Uns minutos fora do carro, para esticar as pernas, tiveram que ser debaixo de um abrigo...



E em Genève, o cenário manteve-se...

O edifício das Nações Unidas, visto do carro, com luz forçada...

e com luz natural...


O Jet d'Eau (ou geiser) nem se nota na fotografia... mas quando se passava perto, conseguia-se ver a força da água a subir cerca de 140m de altura.


Bem, sendo assim... teremos que voltar à Suíça em dias de sol!


28.7.13

Dia 15 - a despedida do Allgäu











E no último na Alemanha, fizemos a despedida com uma subida às montanhas.
Primeiro num teleférico grande, de cabina, subimos a 2.037m acima do nível do mar, perto de Oberstdorf, no Fellhorn, cuja 'máquina' que faz hoje 40 anos de vida.

Depois fomos experimentar o elevador das cadeiras, e ver a pista de saltos de esqui, muito procurada nos meses de Inverno, especialmente na última semana do ano, altura em que transmitem em directo o campeonato, na televisão. Imaginem tudo isto branquinho!!!


E o dia acabou com uma breve visita a uma feira de artesanato, em Fischen, com materiais, peças e apresentação tão diferente das nossas.





A última paragem incluiu uma refeição de 'Wienerschnitzel'.


E as portas do WC têm o mesmo casal de figuras típicas da zona, que eu tenho nuns postais que comprei por cá há mais de 20, quando cá estive a primeira vez!



São muito patuscos!